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No artigo de ontem, nós abordamos o systemctl e vimos como ele se tornou o painel de controle definitivo do Linux moderno. Se você seguiu o guia, aprendeu que o systemd gerencia tudo através daqueles arquivos limpos de configuração chamados .service.
Mas se você é um explorador curioso do terminal e resolveu dar uma espiada nas entranhas do seu sistema após o texto de ontem, provavelmente topou com um fantasma do passado: a pasta /etc/init.d/.
Se o systemctl ganhou a guerra e controla tudo hoje em dia, por que essa pasta antiga, que era o quartel-general do velho sistema de inicialização SysVinit, ainda está lá, cheia de scripts dentro?
A resposta se resume a dois pilares do ecossistema Linux: compatibilidade retroativa e portabilidade. Vamos entender por que o Linux não joga essa pasta no lixo.